As Perguntas do Rei
Desejo a todos, muita luz, paz, alegrias, boas energias e um ótimo astral!
Deixo aqui uma linda parábola para reflexão.
By Jefferson Allan
As Perguntas do Rei
Um rei se apercebeu-se de que nunca falharia se soubesse sempre qual a hora certa para agir, quais as pessoas mais importantes e o mais importante a ser feito.
Resolveu procurar um sábio para o aconselhar.
Vestiu roupas simples, e antes de chegar ao destino, apeou-se do cavalo, deixou os seus guarda-costas e seguiu sozinho.
Quando chegou à cabana do sábio, encontro-o a cavar o chão e perguntou-lhe:
- Vim aqui porque preciso que me responda três perguntas: como posso aprender a fazer o que é certo na hora certa?
Quem são as pessoas às quais devo prestar maior atenção?
Quais os assuntos aos quais devo conceder prioridade?
O sábio não respondeu e continuou a cavar.
Estava fraco e inspirava profundamente, a cada golpe.
O rei ofereceu-se para cavar em seu lugar e preparou duas extensas sementeiras.
Sem receber nenhuma resposta às suas perguntas, quase ao final da tarde, disse:
- Vim até aqui para obter respostas.
Se não me pode dar nenhuma, então diga-me que vou me embora.
Nisto, um homem saiu correndo da floresta.
Estava ferido e caiu desmaiado, gemendo baixinho.
O rei e o sábio o socorreram.
Havia uma grande ferida em seu corpo.
O rei a lavou e a cobriu com seu lenço e uma toalha do sábio.
O sangue continuou a jorrar.
Muitas vezes o rei lavou e cobriu a ferida.
Finalmente, a hemorragia parou.
O homem foi levado para a cama e adormeceu.
A noite chegou.
O rei sentou-se na entrada da cabana e, cansado, adormeceu.
Ao despertar pela manhã, demorou um pouco para se dar conta de onde estava.
Voltou-se para dentro.
O homem ferido o olhou e lhe pediu perdão.
- Não tenho nada para lhe perdoar, disse o rei.
Nem o conheço.
- Mas eu o conheço.
O senhor prendeu meu irmão e jurei acabar com sua vida.
Quando soube que o senhor vinha para cá, também vim.
Esperei na floresta para matá-lo pelas costas.
Mas o senhor não voltou.
Saí de minha emboscada e seus guarda-costas me viram.
Foram eles que me feriram.
Fugi deles.
Teria sangrado até a morte se não me tivesse socorrido.
Majestade!
Se eu sobreviver, serei o mais fervoroso de seus servos.
O rei ficou satisfeito por ter conseguido a paz com seu inimigo tão facilmente.
Disse que mandaria seu médico para o atender.
Levantou-se e procurou o sábio que estava agachado, plantando nas sementeiras cavadas no dia anterior.
- Então, vai responder às minhas perguntas?
Erguendo os olhos, o sábio lhe respondeu:
- O senhor já tem todas as suas respostas.
E perante a indagação do rei explicou:
- Se sua majestade não tivesse ficado condoída da minha fraqueza ontem e cavado essas sementeiras para mim, indo embora, teria sido atacado por aquele homem.
Teria assim se arrependido de não ter permanecido comigo.
Por isso a hora mais importante foi quando cavava as sementeiras.
Eu era o homem mais importante.
Fazer-me o favor foi o mais importante.
- Depois, quando o quase assassino chegou correndo, a hora mais importante foi quando cuidava dele.
Se não tivesse cuidado da sua ferida, ele teria morrido sem estar em paz consigo.
Por isso, ele era o homem mais importante.
O que foi feito por ele foi o mais importante.
- Então, só existe um momento importante, o Agora.
O homem mais necessário é aquele com quem você está, pois ninguém sabe se vai tornar a lidar com outro alguém.
O assunto mais importante é fazer o bem para esse com quem se está, pois esse é o grande propósito da vida.
(Desconheço a Autoria)
Beijo Grande
Bell-taróloga
By Jefferson Allan
As Perguntas do Rei
Um rei se apercebeu-se de que nunca falharia se soubesse sempre qual a hora certa para agir, quais as pessoas mais importantes e o mais importante a ser feito.
Resolveu procurar um sábio para o aconselhar.
Vestiu roupas simples, e antes de chegar ao destino, apeou-se do cavalo, deixou os seus guarda-costas e seguiu sozinho.
Quando chegou à cabana do sábio, encontro-o a cavar o chão e perguntou-lhe:
- Vim aqui porque preciso que me responda três perguntas: como posso aprender a fazer o que é certo na hora certa?
Quem são as pessoas às quais devo prestar maior atenção?
Quais os assuntos aos quais devo conceder prioridade?
O sábio não respondeu e continuou a cavar.
Estava fraco e inspirava profundamente, a cada golpe.
O rei ofereceu-se para cavar em seu lugar e preparou duas extensas sementeiras.
Sem receber nenhuma resposta às suas perguntas, quase ao final da tarde, disse:
- Vim até aqui para obter respostas.
Se não me pode dar nenhuma, então diga-me que vou me embora.
Nisto, um homem saiu correndo da floresta.
Estava ferido e caiu desmaiado, gemendo baixinho.
O rei e o sábio o socorreram.
Havia uma grande ferida em seu corpo.
O rei a lavou e a cobriu com seu lenço e uma toalha do sábio.
O sangue continuou a jorrar.
Muitas vezes o rei lavou e cobriu a ferida.
Finalmente, a hemorragia parou.
O homem foi levado para a cama e adormeceu.
A noite chegou.
O rei sentou-se na entrada da cabana e, cansado, adormeceu.
Ao despertar pela manhã, demorou um pouco para se dar conta de onde estava.
Voltou-se para dentro.
O homem ferido o olhou e lhe pediu perdão.
- Não tenho nada para lhe perdoar, disse o rei.
Nem o conheço.
- Mas eu o conheço.
O senhor prendeu meu irmão e jurei acabar com sua vida.
Quando soube que o senhor vinha para cá, também vim.
Esperei na floresta para matá-lo pelas costas.
Mas o senhor não voltou.
Saí de minha emboscada e seus guarda-costas me viram.
Foram eles que me feriram.
Fugi deles.
Teria sangrado até a morte se não me tivesse socorrido.
Majestade!
Se eu sobreviver, serei o mais fervoroso de seus servos.
O rei ficou satisfeito por ter conseguido a paz com seu inimigo tão facilmente.
Disse que mandaria seu médico para o atender.
Levantou-se e procurou o sábio que estava agachado, plantando nas sementeiras cavadas no dia anterior.
- Então, vai responder às minhas perguntas?
Erguendo os olhos, o sábio lhe respondeu:
- O senhor já tem todas as suas respostas.
E perante a indagação do rei explicou:
- Se sua majestade não tivesse ficado condoída da minha fraqueza ontem e cavado essas sementeiras para mim, indo embora, teria sido atacado por aquele homem.
Teria assim se arrependido de não ter permanecido comigo.
Por isso a hora mais importante foi quando cavava as sementeiras.
Eu era o homem mais importante.
Fazer-me o favor foi o mais importante.
- Depois, quando o quase assassino chegou correndo, a hora mais importante foi quando cuidava dele.
Se não tivesse cuidado da sua ferida, ele teria morrido sem estar em paz consigo.
Por isso, ele era o homem mais importante.
O que foi feito por ele foi o mais importante.
- Então, só existe um momento importante, o Agora.
O homem mais necessário é aquele com quem você está, pois ninguém sabe se vai tornar a lidar com outro alguém.
O assunto mais importante é fazer o bem para esse com quem se está, pois esse é o grande propósito da vida.
(Desconheço a Autoria)
Beijo Grande
Bell-taróloga